ILHA DE CAPRI – ITÁLIA

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Falar da Ilha de Capri é falar de Glamour, Elegância e muito charme. Sem falar da paixão que tenho por Pepino Di Capri, e o prazer de vê-lo cantar na na sua terra natal!
Com dez quilómetros quadrados, a ilha de Capri está rodeada pelo atrativo mar verde-esmeralda do Mediterrâneo e repleta de gente bonita e elegante, sendo muito frequentada por celebridades. A ilha de Capri, situada no mar Tirreno, é conhecida por sua beleza natural, conta com dois municípios, Capri e Anacapri, e dois portos, Marina Piccola e Marina Grande.
Capri, que já foi um pacato reduto de pescadores e agricultores italianos, hoje, chega a receber cerca de dois milhões de visitantes por ano. No século XIX, encantados com a beleza e os atrativos de Capri, ingleses e alemães provocaram uma reviravolta na vida dos habitantes, os pescadores passaram a alugar os seus barcos para passeios e os agricultores transformaram as propriedades em pequenos hotéis. Contam que a ilha foi descoberta pelos romanos em 29 a. C., quando Augusto, o primeiro imperador romano, voltava de uma campanha militar do Oriente, e foi amor à primeira vista. Assim, partiu dele a ordem de edificar diversas villas, as típicas construções do Mediterrâneo, entre elas, a sua residência de verão.
Um cheiro delicioso domina as suas ruas, isto porque a ilha abriga há mais de 600 anos duas fábricas de perfumes que aproveitam as flores típicas, o limão e a laranja para extrair as suas essências.
Nas suas vielas, além do aroma, há uma profusão de boutiques de marcas internacionais, lojas, ateliers, galerias, mercados de fruta e muita gente chique, é estonteante!
Mas este movimento não se verifica só em terra firme. Lanchas, iates e transatlânticos rodeiam a ilha ou congestionam a Marina Grande.
Era o lugar preferido do armador grego, Onassis (só de curiosidade).
Graças à sua formação calcária, Capri está repleta de grutas. Fiz um passeio muito lindo dando a volta completa pela ilha. Enlouquecedor.
Na maravilhosa Gruta Azul (Grotta Azurra), me meti num barquinho a remo, me deixei ser guiada por um marinheiro para entrar numa cavidade natural com, aproximadamente, 60 metros de comprimento e 25 de largura. A entrada tem apenas um metro de altura e dois de largura. No princípio vi apenas a escuridão, depois o ambiente foi ganhando reflexos azuis e transparentes enquanto as paredes de pedra ecoavam as canções napolitanas. Dentro da gruta a água é de um azul transparente com reflexos prateados. A impressão não é a de navegar, mas de flutuar suspenso no céu. Sem dúvida é a atração mais famosa de Capri.
Não podem deixar de visitar, La Piazzetta de Capri que é o
centro da ilha, com bares, um em cada canto da praça, com as pequenas mesinhas de vime, ali senta-se toda a gente, VIP ou não, para um café, um aperitivo, um cocktail depois do jantar, para conversar, para apreciar a paisagem ou, simplesmente, exibir-se. Nas noites de verão podem encontrar-se príncipes, atores de Hollywood e gente comum.
São muitos os afazeres em Capri, desde os passeios pelas ruelas de Anacapri até Monte Solaro, que é o ponto mais alto da ilha, a 589 metros acima do nível do mar. A vista parece não ter fronteiras: em baixo fica toda a ilha de Capri, em frente o Vesúvio, o golfo de Nápoles e a península Sorrentina, mais ao fundo, as montanhas da Calábria, os Apeninos e a costa Amalfitana com as ilhotas dos Galli.
Anacapri é a segunda cidade da ilha com o seu labirinto de ruas estreitas. O centro histórico de Anacapri é um lugar onde ainda é possível passear com calma entre as silenciosas praças e estradinhas coloridas pelas flores. Pode aproveitar para conhecer o Museo di Villa San Michele, a Casa Rossa, a Igreja de San Michele e a Igreja de Santa Sofia.Jardins de Augusto
Quem tem poucas horas para visitar Capri e quer levar para casa a mais clássica das fotos com os Faraglioni ao fundo não pode deixar de visitar os Jardins de Augusto, que são constituídos por uma série de terraços floridos com vista de um lado para os Faraglioni de Capri; do outro para a baía de Marina Piccola e as curvas da via Krupp; nos arredores, a Valle della Certosa, os montes Tuoro, Tiberio e o San Michele, além das típicas residências com os tetos arredondados.
Balsas e aliscafi possibilitam um fácil acesso aos portos de Nápoles e Sorrento durante todos os meses do ano. Quem preferir fazer o próprio itinerário e horário pode alugar barcos privados, com ou sem marinheiro, na Marina Grande e, desse modo, organizar excursões inesquecíveis entre os burgos à beira-mar, restaurantes e lugares ricos de história.
Pra encerrar só mesmo explorando a gastronomia riquíssima, um bom copo de vinho local (a escolha é enorme) e para terminar, um delicioso copo de limoncello gelado (A receita está aqui no blog nas Receitas Da Candinha),
Façam as malas e boa viagem!

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